quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Rock in Rio

Conheças as curiosidades e casos excêntricos da história do Rock in Rio

Divulgação
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* Prince 1 – Em 1991, Prince, uma das grandes atrações, exigiu da produção, simplesmente 700 toalhas brancas. É mole? Foi um tal de produtor correndo pra cá, pra lá, passando em hotéis da região, pedindo emprestado. No final, conseguiram 300. E que o senhor fique contente, Prince!
* Prince 2 – Esta não poderia deixar passar em branco. Sabe por que o astro da música pop atrasou cerca de 1h30 para o seu show? Porque ele queria passar no corredor de acesso ao palco sem ninguém por ali. Só ele e mais ninguém. Mas como a correria era grande, sabe, acabou atrasando tudo...Coitadinho.
* Prince 3 – Durante o dia, o pequeno astro ficava quieto em seu hotel. Mas à noite, fugia para as baladas. Visitou algumas boates, deu esmola de US$ 100 para um menino de rua, e teve um caso com uma adolescente de 16 anos. Fala sério!
* Em 2001, O Rappa, Skank, Raimundos, Jota Quest, Cidade Negra e Charlie Brown Jr. armaram uma debandada do Rock in Rio por não aceitarem serem parte do “time número 2” do festival, abrindo para artistas estrangeiros sem uma passagem de som digna.
* Na primeira edição, Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone lançavam apenas o segundo disco do Paralamas do Sucesso, “O Passo do Lui”, com sucessos como “Óculos”, “Meu Erro” e “Romance Ideal”. Até aí, nada demais. No final do show, porém, resolveram dar uma singela espetada na “paulistada”: ao perceberem que não havia bandas de São Paulo no festival, tocaram uma cover do Ultraje a Rigor: “Inútil”.
* Nas primeiras duas edições, era regra da direção do Rock in Rio a banda vir ao Brasil e fazer duas apresentações. Foi assim como o Queen e com o Guns N´Roses, por exemplo. Em 1985, a única banda internacional, por motivos de agenda, a fazer apenas um show foi o Iron Maiden.
* No show do dia 15 de janeiro de 1985, o Barão Vermelho, com Cazuza, tocava justamente na noite que acontecia a eleição indireta que elegeria Tancredo Neves como presidente do Brasil. O poeta soltou, então, a célebre e inesquecível frase ao tocar “Pro Dia Nascer Feliz”: “Que o dia nasça lindo para todo mundo amanhã. Um Brasil novo e uma rapaziada esperta”.
* O Rock in Rio foi um divisor de águas não só para o público, que passou a acompanhar as atrações internacionais por aqui. Mas também para o cantor James Taylor. Em 1985, Taylor vivia intenso inferno astral: estava afundado em drogas e se divorciava da também cantora Carly Simon. Veio ao Rio de Janeiro por obrigação contratual. Mas o carinho dos fãs e a recepção de gala que teve foram marcantes. Comovido com o inesperado apelo, respirou fundo e decidiu tomar as rédeas (de volta) da sua carreira. Acabou gravando uma música: “Only a Dream in Rio” (“Apenas um sonho no Rio”).
* Ivan Lins, sim, ele e sua “saudade mais gostosa” participaram do Rock in Rio I. E num determinado momento do show, Lins perdeu a voz. Pediu para o publico ajudar. Culpou os cigarros. E dizem que a partir deste episódio é que parou de fumar. Dizem...
* The Pretenders estava fechado para tocar em 1985, mas acabou desistindo da apresentação após a vocalista Chrissie Hynde descobrir que estava grávida de sua segunda filha. Acabou vindo o B-52´s.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Coheed and Cambria

FAMOSIDADES
FAMOSIDADES
Por MBPress
RIO DE JANEIRO - Você não é metaleiro, nem fã de hardcore, passa longe do coturno, e olha para o line up do Rock in Rio e vê lá: Coheed and Cambria. Hein? É de comer? Pois saiba que a história desta banda norte-americana de hardcore em tom progressivo (ou “emocore”, termo novo que a crítica especializada lançou) é mais complexa e interessante do que se pode imaginar. Afinal, que atração nos remeteria ao ícone dos anos 80, o eterno sessão da tarde “De Volta Para o Futuro”. Calma, às explicações, então.
Claudio Sanchez, um dos fundadores do grupo ao lado do também guitarrista Travis Stever, é daqueles fanáticos por ficção científica. No estilo nerd-que-não-pega-mulheres que marcou George McFly na produção de Steven Spielberg, sonhava com personagens para a sua futura publicação de sucesso. Uma obsessão levada a sério. Tão qual o personagem.
Divulgação
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Pois da mesma forma que McFly enfrentou seus desafios para casar com a bela Lorraine e escrever seu livro de ficção, ajudado pelo filho interpretado por Michael J. Fox, é bom lembrar, Sanchez passou por diversos estilos musicais como o punk, o indie, o funk e o heavy metal até achar o seu tom.
Montou o Coheed and Cambria usando justamente os nomes dos protagonistas da sua ficção batizada de “The Amory Wars”, cujo enredo passa pela saga de 78 planetas interligados por uma fonte em comum de energia, chamada Keywork. Todos os episódios foram devidamente publicados no formato “comic book”.
O mais genial de tudo é que a história oriunda da mente criativa de Sanchez não só trouxe o nome para a banda, como serviu de base para os cinco álbuns lançados pelo grupo que ainda conta com Travis Stever, Chris Pennie e Mike Todd. Cada disco é um capítulo da saga de ficção científica. Letras conectadas de forma surpreendente. Entendeu toda a relação agora?
Pela gravadora Equal Vision Records lançaram dois álbuns: “The Second Stage Turbine Blade” (que trouxe comparações aos canadenses do Rush pela voz fina de Sanchez) e “In Keeping Secrets of Silent Earth: 3”. Músicas como "A Favor House Atlantic" e "Blood Red Summer" ganharam clipes na MTV e deram à banda a oportunidade de uma turnê européia.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Claudia Leitte

Claudia Leitte

FAMOSIDADES
FAMOSIDADES
Por MBPress
RIO DE JANEIRO - Quem vê a certidão de nascimento até desconfia. Mas, no dia 10 de julho de 1980, nascia Claudia Cristina Leitte Inacio Pedreita em...São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro. Hein? Calma.
Com menos de um ano de idade, ela já desembarcava para viver a vida de Salvador, na Bahia. Filha de pais humildes, com dois irmãos, Claudinha, como sempre foi chamada pela família e amigos, teve que ir cedo à luta.
Arquivo pessoal
Arquivo pessoal
Aos três anos de idade, subiu ao palco de uma churrascaria aproveitando o intervalo do cantor. Mandou um “Emília, Emília, Emília”, de Baby do Brasil. Era o início do sonho. Quatro anos mais tarde, montou a própria banda infantil.
Sempre com uma precoce e forte personalidade. Soteropolitana convicta, ela correu atrás do seu objetivo de vida: ser uma estrela da música. Aos 10 anos apenas, comprava revistinhas de partitura e, no esquema autodidata, aprendeu a tocar um pouco de violão.
Já adolescente, aos 13, integrou a equipe do cantor baiano Nando Borges como backing vocal. Aos 18, chegou a ingressar nas faculdades de Direito e Comunicação Social, mas a vida cheia de compromissos musicais à noite a fizeram interromper os cursos superiores. Passou por grupos desconhecidos como Banda Violeta e Macaco Prego.
Somente no ano de 2000, quando também cursava a faculdade de música, que Claudia Leitte teve a sua primeira e real grande oportunidade. Assinou seu primeiro contrato comercial com os empresários Cal Adam e Manoel Castro para dividir o vocal da Nata do Samba, ao lado do cantor Faustão. Teve rápida passagem ainda pela Cia do Pagode antes de realizar, enfim, o seu grande sonho: ser uma cantora de axé music.