terça-feira, 6 de setembro de 2011
Prato feito ficou mais caro em agosto, segundo IBGE
Prato feito ficou mais caro em agosto, segundo IBGE
Os principais itens que compõem o
prato dos brasileiros ficaram mais caros na passagem de julho para
agosto, o que ajuda a explicar a alta de 0,72% no grupo alimentação e
bebidas, que por sua vez puxou a inflação de 0,37% do Índice de Preços
ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês passado. Os dados foram divulgados
hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 'Em
agosto, os alimentos foram responsáveis praticamente pela metade da taxa
do IPCA', disse Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de
Preços do IBGE.
Ficaram mais caros o arroz (1,82%), o feijão carioca (0,58%), o feijão preto (0,37%), as carnes (1,84%), o frango (2,74%), os pescados (1,76%) e a linguiça (1,48%).'Houve alta no arroz, no feijão, na carne, no pescado. A típica refeição do brasileiro. São produtos importantes que aumentaram em agosto', afirmou Eulina.
'As carnes, que têm peso muito forte, estão em período de entressafra. Em geral, elas aumentam no segundo semestre do ano. Mas os produtores também estão vinculando o preço mais alto aos aumentos dos custos de produção, por causa dos preços do milho e da soja. Os gastos estão mais altos com ração', disse.
Também subiram os preços do açúcar cristal (3,90%), do açúcar refinado (3,22%), do leite pasteurizado (1,83%), do café moído (1,42%), dos ovos (0,60%) e do pão francês (0,63%)
'O açúcar cristal e o refinado sofrem influência da cana-de-açúcar. A safra vai ser menor do que a do ano anterior, e os problemas climáticos têm afetado a qualidade da cana. Então, o açúcar vem pressionando a taxa', explicou a coordenadora do IBGE.
Ficaram mais caros o arroz (1,82%), o feijão carioca (0,58%), o feijão preto (0,37%), as carnes (1,84%), o frango (2,74%), os pescados (1,76%) e a linguiça (1,48%).'Houve alta no arroz, no feijão, na carne, no pescado. A típica refeição do brasileiro. São produtos importantes que aumentaram em agosto', afirmou Eulina.
'As carnes, que têm peso muito forte, estão em período de entressafra. Em geral, elas aumentam no segundo semestre do ano. Mas os produtores também estão vinculando o preço mais alto aos aumentos dos custos de produção, por causa dos preços do milho e da soja. Os gastos estão mais altos com ração', disse.
Também subiram os preços do açúcar cristal (3,90%), do açúcar refinado (3,22%), do leite pasteurizado (1,83%), do café moído (1,42%), dos ovos (0,60%) e do pão francês (0,63%)
'O açúcar cristal e o refinado sofrem influência da cana-de-açúcar. A safra vai ser menor do que a do ano anterior, e os problemas climáticos têm afetado a qualidade da cana. Então, o açúcar vem pressionando a taxa', explicou a coordenadora do IBGE.
Pinguim-celebridade
Pinguim-celebridade é solto na Antártida após se recuperar de cirurgia
O animal foi encontrado em uma praia ao norte de Wellington, a 3 mil quilômetros de distância de sua colônia. Seu aparecimento surpreendeu especialistas em vida marinha - segundo eles, esse foi apenas o segundo caso de um pinguim-imperador encontrado na Nova Zelândia.
O pinguim batizado de Happy Feet foi solto na manhã desde domingo a cerca de 80 quilômetros da ilha Campbell, após se recuperar de uma cirurgia para remover três quilos de areia do estômago.
Ele adoeceu gravemente depois de comer areia, que confundiu com a neve que os pinguins engolem para permanecer hidratados.
Comoção
O caso do pinguim comoveu o país e ganhou espaço no noticiário internacional. Na semana passada, centenas de pessoas visitaram o zoológico de Wellington para se despedir do animal antes de seu retorno à Antártida.
Uma campanha pública arrecadou mais de 20 mil dólares neozelandeses (R$ 27 mil) para cobrir parte dos custos do tratamento do animal.
Sua recuperação foi acompanhada online por mais de 120 mil pessoas, por meio de uma câmera de vídeo.
Segundo a veterinária do zoológico de Wellington Lisa Argilla, que acompanhou a viagem de Happy Feet de volta a casa, o animal precisou de 'um pouco de estímulo' para deixar o caixote no qual havia passado seis dias no barco que o levou ao local onde foi solto.
Mas ele logo deslizou por uma rampa improvisada e saiu nadando, segundo ela.
O pinguim teve instalado um dispositivo para rastreamento para que o zoológico possa acompanhar seu progresso.
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